Friends from College é uma serie original da Netflix, contendo 8 episódios de aproximadamente 23 minutos cada. Está relacionado na categoria de comédia, mas deixa o estilo sitcom de lado, bastante utilizado em séries destes temas.
A série conta a história de 6 amigos que estudaram juntos na universidade de Havard e, agora já na casa dos 40 anos, voltam a se reencontrar compartilhando novamente os momentos pessoais e profissionais, prometendo ter vários acontecimentos cômicos para nos divertir nos momentos de lazer.
No decorrer da série é possível vislumbrar o passado de cada um e o que isto influenciou para o presente momento em que vivem. Entretanto, apesar de estar elencado na categoria de comédia, esta série apresenta grande falha neste quesito, contendo momentos um tanto quanto forçados que não fazem público rir, o que deveria ser o grande objetivo do show, sendo, portanto, mais sensato em muda-lo para um drama.
A série tenta desenvolver cada personagem, todavia ainda falta uma certa “química” nos protagonistas para que possamos nos envolver com os mesmos e nos importar com eles, falha esta que ficamos com esperança em ser corrigida nas próximas temporadas. Os personagens são bastante diversificados apresentando etnias e sexualidades diversas de maneira natural, sem recorrer a estereótipos ou problematizações. Como exemplo, podemos citar uma cena em que Lisa se ofende com um xingamento que ela considera extremamente ofensivo para mulheres e Max Adler, que é homossexual, a faz refletir que há várias palavras pejorativas envolvendo gays que são tão ofensivas quanto, mas que mesmo assim por serem utilizados como xingamentos não fazem diferença no seu propósito: xingamento é apenas um xingamento, uma força do hábito e não necessariamente uma demonstração de preconceito.
No decorrer da série é possível vislumbrar o passado de cada um e o que isto influenciou para o presente momento em que vivem. Entretanto, apesar de estar elencado na categoria de comédia, esta série apresenta grande falha neste quesito, contendo momentos um tanto quanto forçados que não fazem público rir, o que deveria ser o grande objetivo do show, sendo, portanto, mais sensato em muda-lo para um drama.
A série tenta desenvolver cada personagem, todavia ainda falta uma certa “química” nos protagonistas para que possamos nos envolver com os mesmos e nos importar com eles, falha esta que ficamos com esperança em ser corrigida nas próximas temporadas. Os personagens são bastante diversificados apresentando etnias e sexualidades diversas de maneira natural, sem recorrer a estereótipos ou problematizações. Como exemplo, podemos citar uma cena em que Lisa se ofende com um xingamento que ela considera extremamente ofensivo para mulheres e Max Adler, que é homossexual, a faz refletir que há várias palavras pejorativas envolvendo gays que são tão ofensivas quanto, mas que mesmo assim por serem utilizados como xingamentos não fazem diferença no seu propósito: xingamento é apenas um xingamento, uma força do hábito e não necessariamente uma demonstração de preconceito.
Dos seis integrantes apresentados, apenas 3 deles são mais desenvolvidos, tendo em vista que, a trama gira em torno de Lisa Turner em um momento da vida em que ela tenta engravidar com o seu marido Ethan pela fertilização in vitro, enquanto que este mantém um caso de longa data com Sam, antiga namorada, e atual amiga, da época da universidade. Os demais são apresentados de forma mais distante e, mesmo que tentemos gostar deles, acabam lhes faltando carisma e ficando muito mal desenvolvidos e soltos na trama.
A série, apesar de tentar fazer-nos simpatizar com personagens que apresentam qualidades e defeitos, o show não sabe dosar estes quesitos realizando o feito de empurrar para o seu público o conceito de que é certo a relação de traições entre os personagens e a utilização de drogas, as mostrando como coisas a serem incentivadas. Para aqueles moralmente mais corretos, é provável que estes assuntos tratados na série se tornem um tanto quanto incomodos.
Claro que a grande estrela da série é Lisa Turner, interpretada por Cobie Smulders, a eterna Robin Scherbatsky de How I met your Mother, que ainda tenta no enredo ser a pessoa mais sensata. Quem procurou assistir a série com o intuito de ver uma versão diferente da querida série que estreou seus últimos episódios em 2014, teve um grande choque ao notar que Friends from College, apesar de ter o tema parecido, ou seja, relacionamentos entre amigos com foco na comédia, tem uma história que tenta ser muito mais madura e dramática.
Todavia, Cobie Smulders, em nenhum momento nos deixa decepcionados com sua atuação, sua personagem Lisa se apresenta logo nas cenas iniciais como uma mulher forte, durona, e extremamente profissional e, agora como advogada, possui as mesmas qualidades se sobressaíam em sua personagem de How I Met Your Mother. Mas apesar destas semelhanças, podemos ver uma nova Cobie em sua nova personagem, que está mais madura e com objetivos de vida diferentes, deixando os vislumbres de Robin Scherbatsky apenas para a nossa saudade.
A série Friends from College, apesar da turbulência inicial, apresentando falhas nas suas dosagens de comédia e drama, ainda promete ser uma série que possa entreter o seu público em temporadas futuras, com o melhor desenvolvimento dos personagens e cenas mais cômicas sem precisarem de clichês.





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